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Guerra cibernética: Portugal é mais vulnerável que o resto da Europa 

Guerra cibernética: Portugal é mais vulnerável que o resto da Europa 
Uma reportagem do correspondente da SIC em Telavive, Henrique Cymerman.

A guerra cibernética é uma das faces do atual confronto político e militar entre o Ocidente, a Rússia e a China. Os ataques informáticos e os esforços para os evitar também estão a crescer simultaneamente.

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Israel, um país fortemente atacado, tornou-se sinónimo de segurança cibernética, com mais de 500 empresas de cibersegurança. Em Telavive reuniram-se esta semana governos e empresas privadas de todo o mundo para discutir sobre esta questão vital para o funcionamento diário de cada país.

O correspondente da SIC, Henrique Cymerman, diz que Israel concentra 40% dos investimentos mundiais na área da cibersegurança.

Especialistas israelitas afirmam que Portugal e outros países da União Europeia estão a ser objeto de ciberataques todos os dias. Neste caso não é uma invasão de tanques ou de aviões. São contínuas ofensivas informáticas contra universidades, hospitais, meios de comunicação e ministérios.

Tudo pode ser pirateado e por vezes os hackers exigem resgates. Segundo um estudo de uma das principais companhias de cibersegurança do mundo, a israelita Checkpoint, Portugal é relativamente mais vulnerável do que o resto da Europa, em todo tipo de assaltos informáticos: ataques que exigem um pagamento de resgate, ofensivas com bots, ou contra redes celulares.

Telavive é a sede da “Semana do Cyber”, com participação de centenas de companhias de todo o mundo. As maiores empresas do planeta, entre elas Microsoft, Google, Amazon e Oracle, abriram centros de investigação em Israel.

Só nas últimas 24 horas, segundo a maior empresa israelita de cibersegurança Checkpoint, houve cerca de sete milhões de ataques cibernéticos em todo o mundo.

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