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Mais quatro estados dos EUA com leis "extremas" de aborto, critica a Casa Branca

Mais quatro estados dos EUA com leis "extremas" de aborto, critica a Casa Branca
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Algumas destas leis proíbem qualquer interrupção voluntária da gravidez, inclusive em casos de violação e incesto.

A Casa Branca criticou esta sexta-feira as leis "extremas" que entraram em vigor para proibir ou limitar severamente o aborto nos estados do Oklahoma, Idaho, Texas e Tennessee.

"Essas proibições quase totais ao aborto são parte de uma iniciativa cada vez maior dos republicanos para suprimir as liberdades de que os americanos desfrutam há quase meio século", disse em comunicado a porta-voz da Casa Branca, Karine Jean-Pierre.

Os norte-americanos precisam de saber que esses e outros direitos básicos, incluindo o direito à contraceção e ao casamento para todos, estão ameaçados

Algumas destas leis proíbem qualquer interrupção voluntária da gravidez, inclusive em casos de violação e incesto.

A lei que entra em vigor em Oklahoma, por exemplo, prevê ainda uma punição para os médicos ou pessoal médico que continuem a realizar abortos, com pesadas multas e penas de até 10 anos de prisão.

A Casa Branca publicou esta sexta-feira uma série de sondagens mostrando que a maioria dos norte-americanos apoia o direito ao aborto e teme vê-lo ameaçado, o que faz aumentar as intenções de voto a favor dos democratas.

Segundo o jornal The Washington Post, há 21 milhões de mulheres, em 13 estados, proibidas ou severamente restringidas no acesso ao aborto.

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