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Tiroteio numa escola na Rússia faz pelo menos 13 mortos e vários feridos

Tiroteio numa escola na Rússia faz pelo menos 13 mortos e vários feridos
(AP)

A escola foi evacuada e foi criado um perímetro de segurança em torno do estabelecimento de ensino.

Um homem armado fez esta manhã pelo menos 13 mortos, incluindo sete crianças, e 23 feridos, numa escola no centro da Rússia, de acordo com informações avançadas pelas autoridades.

O Presidente russo, Vladimir Putin, classificou o tiroteio como um "ato terrorista desumano".

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, descreveu o tiroteio como "um ato terrorista" e disse que o Presidente Vladimir Putin deu todas as ordens necessárias às autoridades competentes.

"O Presidente Putin lamenta profundamente as mortes de pessoas e crianças desta escola, onde ocorreu um ato terrorista", disse Peskov aos jornalistas.

Em comunicado, o Comité de Investigação identificou o atirador como Artyom Kazantsev, de 34 anos, ex-aluno da mesma escola. O documento referia também que Kazantsev usava uma camisola preta com “símbolos nazis”, sem avançar mais nenhuma informação

A Guarda Nacional da Rússia referiu que Kazantsev usou duas pistolas não letais adaptadas para disparar balas reais.

O governador da região da Udmurtia, Alexander Brechalov, informou num comunicado gravado em vídeo que o atirador ainda não identificado entrou numa escola em Izhevsk, capital da região, matou um guarda e algumas crianças.

“Há vítimas entre as crianças, também há feridos”, disse Brechalov.

De acordo com o governador, o atirador acabou por suicidar-se. Desconhecem-se as motivações para o ataque.

A escola, frequentada por alunos do 1º ao 11º ano, foi evacuada e foi também criado um perímetro de segurança em torno do estabelecimento de ensino, avançou um funcionário, citado pela agência Reuters.

Izhevsk é uma cidade de 640 mil habitantes, localizada a oeste dos Montes Urais, na Rússia central, cerca de 960 quilómetros a leste de Moscovo.


Informações partilhadas nas redes sociais, que carecem ainda de confirmação, indicam que o atirador seria um soldado do exército russo que se recusava a combater na Ucrânia.

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