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Líder norte-coreano elogia programa nuclear em inspeção a míssil balístico

O líder norte-coreano Kim Jong Un e filha participam de uma sessão de fotos com o pessoal envolvido no teste de fogo do míssil balístico intercontinental Hwasong-17, 26 de novembro de 2022.
O líder norte-coreano Kim Jong Un e filha participam de uma sessão de fotos com o pessoal envolvido no teste de fogo do míssil balístico intercontinental Hwasong-17, 26 de novembro de 2022.
KCNA

A Coreia do Norte tem "a força estratégica mais poderosa do mundo", disse o líder Kim Jong-un numa cerimónia em que se celebrou o lançamento de um novo míssil intercontinental.

O líder supremo da Coreia do Norte, Kim Jong Un, elogiou este domingo o programa nuclear do país durante uma nova inspeção ao míssil balístico intercontinental Hwasong-17, que destacou como a "arma estratégica mais poderosa do mundo".

"Nunca devemos ser complacentes e devemos consolidar a nossa superpotência em algo mais absoluto e irreversível, e continuar a acelerar infinitamente a nossa capacidade de fortalecer a nossa defesa nacional", disse Kim Jong Un, citado num comunicado publicado na imprensa oficial norte-coreana e divulgado pela agência noticiosa sul-coreana Yonhap.

Kim Jong Un fez-se acompanhar na inspeção por uma das filhas, apresentada ao público pela primeira vez em 18 de novembro.

Kim concedeu uma série de promoções ao pessoal militar e aos cientistas envolvidos no desenvolvimento do novo Hwasong-17, apelidado de "míssil monstro" por analistas militares, capaz de atingir os Estados Unidos. Este míssil balístico intercontinental foi testado a 18 de novembro, caindo nas águas ao largo do Japão.

O Hwasong-17 é "a arma estratégica mais forte do mundo" e é "um magnífico salto em frente no desenvolvimento de tecnologia para montar ogivas nucleares em mísseis balísticos", afirmou o líder citado hoje pela agência oficial KCNA, da Coreia do Norte.

Os cientistas, militares e responsáveis deste programa contribuíram para o "objetivo de construir o exército mais forte do mundo", acrescentou.

É "a maior e mais importante causa revolucionária, e o seu objetivo último é possuir a força estratégica mais poderosa do mundo, a força absoluta sem precedentes no século", sublinhou.

Hong Min, do Instituto Coreano para a Unificação Nacional, disse que a ênfase de Pyongyang no lançamento do teste Hwasong-17 destina-se a reforçar o seu estatuto como potência nuclear.

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