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Mulheres grávidas e lactantes que passam fome ou estão subnutridas subiu 25% no mundo

As Nações Unidas dizem que a crise alimentar mundial está a empurrar as mulheres e as crianças para uma situação cada vez mais vulnerável.

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O número de mulheres e adolescentes, grávidas ou a amamentarem, que passam fome ou estão mal nutridas, aumentou 25% nos últimos 3 anos, nas nações mais pobres do mundo.

A ONU diz que os números são assustadores e que, se nada for feito, as consequências vão ser trágicas para as próximas gerações.

O número de mulheres que vivem em insegurança alimentar no mundo é mais do dobro do número de homens na mesma situação. E a crise é ainda mais grave para as mulheres e adolescentes grávidas ou a amamentarem.

O número de mulheres e adolescentes, grávidas ou a amamentarem, que passam fome ou estão mal nutridas, aumentou 25% por cento, nos últimos 3 anos, nas nações mais pobres do mundo.

A crise alimentar mundial, provocada pela seca e pela pobreza piorou com a guerra na Ucrânia e a dificuldade na distribuição de cereais, que são a base da alimentação da maior parte das populações.

O sul da Ásia e a região sub-sahariana são o epicentro da crise alimentar feminina - 2 em cada 3 meninas e mulheres estão abaixo do peso ideal e têm anemia.

Mais de mil milhões de mulheres e meninas adolescentes sofrem de má nutrição, no mundo.

As principais consequências são graves problemas de saúde, de crescimento e de desenvolvimento cognitivo e a óbvia diminuição da esperança média de vida.

Por outro lado, aumentam as complicações na gravidez e no parto, os abortos espontâneos e o nascimento de bebés doentes ou com deficiências graves, pondo em risco a sustentabilidade das próximas gerações.