Gelje Sherpa, de 30 anos, guiava um cliente chinês até ao cume do Evereste a 18 de maio, quando viu o alpinista malaia agarrado a uma corda, a tremer de frio, numa área chamada “zona da morte”, onde as temperaturas podem ser de -30ºC.
O guia malaio carregou o alpinista durante seis horas com a ajuda de Nima Tahi Sherpa, outro guia, que se juntou ao resgate. À Reuters, um funcionário do Departamento de Turismo, disse:
“É quase impossível resgatar alpinistas nesta altitude. (…) É uma operação muito rara.”
Não foi revelada a identidade do alpinista resgatado. Sabe-se apenas que seguiu, na semana passada, num voo para a Malásia.
O Nepal emitiu um recorde de 478 licenças para o Evereste de março a maio deste ano. Pelo menos, 12 alpinistas morreram, o maior número em oito anos, e outros cinco estão desaparecidos.