As gafes de Joe Biden durante o seu discurso na Cimeira da NATO foram manchete nas redes sociais e nos sites informativos. Por toda a Europa, os telejornais destacaram ainda a teimosia do Presidente dos Estados Unidos em se manter na corrida presidencial à Casa Branca.
Na Rússia, o lapso de Joe Biden com o nome do presidente da Ucrânia foi considerado um insulto a Vladimir Putin. O ministério russo dos Negócios Estrangeiros vai ainda mais longe nas considerações sobre a saúde de Biden acusando a Casa Branca de "manipulação" da realidade.
Nos Estados Unidos, crescem as pressões para que Biden desista da corrida presidencial. Avança o 'The New York Times', que entre os chamados superdoadores - decisivos no financiamento das campanhas políticas e na influência do processo eleitoral - há um grupo que decidiu congelar os apoios no valor de 90 milhões de dólares.
Ainda antes das gafes desta quinta-feira, Senadores Democratas expressaram pessoalmente as preocupações a Joe Biden e reuniram-se para discutir alternativas à recandidatura.
A menos de quatro meses das eleições e a poucas semanas da Convenção Democrata que decide oficialmente a nomeação, as sondagens indicam que se mantém a vantagem de Donald Trump sobre Joe Biden.