Aos 92 anos, Ryland Headley foi condenado a prisão perpétua pela violação e homicídio de Louisa Dunne, uma mulher de 75 anos, em junho de 1967.
Apesar de se ter mantido em silêncio durante o interrogatório e de não ter prestado depoimento no julgamento, impressões digitais e amostras de ADN guardados durante mais de seis décadas permitiram confirmar a identidade do homicida.
Durante o julgamento, foi ainda revelado que Ryland Headley já tinha violado duas outras mulheres idosas em 1977, com idades entre os 79 e os 84 anos. Em ambos os casos, terá ameaçado matar as vítimas se estas gritassem ou não cooperassem.