O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, esteve esta terça-feira na Extremadura, uma das zonas mais afetadas pelos incêndios. Anunciou que o Governo vai declarar várias zonas de catástrofe e prometeu transformar o combate às alterações climáticas numa política de Estado.
No Sul da Galiza, às portas de Portugal, vale tudo para combater o fogo: mangueiras de jardim, ramos de árvores e muito mais.
Os moradores estiveram lado a lado com os bombeiros na árdua missão de travar a progressão das chamas.
Na localidade de San Millao, na província de Ourense, este é o segundo grande incêndio em menos de um mês. O anterior chegou a atravessar a fronteira e consumiu cerca de 100 hectares.
Por estes dias, um pouco por todo o Noroeste de Espanha, milhares de operacionais combatem dezenas de frentes. O exército junta-se aos bombeiros e há reforços provenientes de sete países europeus.
Primeiro-ministro esteve no terreno
O primeiro-ministro, Pedro Sánchez, visitou esta terça-feira o posto de comando do incêndio de Jarilla, na Extremadura, e anunciou que o governo vai declarar várias zonas de catástrofe nas regiões mais atingidas.
Reforçou ainda o que já tinha proposto na Galiza: um pacto nacional para enfrentar a emergência climática.
Só em 24 horas arderam 38 mil hectares em Espanha. Este ano, já são mais de 382 mil, uma área superior à ilha de Maiorca.
Para já, há quatro vítimas mortais confirmadas.