Daniel Waterman, um homem de 22 anos, morreu no passado dia 8 de outubro depois de meses a lutar pela vida na sequência de um acidente de viação. Antes de sucumbir aos ferimentos, acusou a namorada, mãe do seu filho, de ter provocado intencionalmente o acidente.
O homem, que iria ser pai, era passageiro no carro conduzido pela namorada Leigha Mumby, de 24 anos, em fevereiro deste ano quando a mesma terá causado o acidente propositadamente, avançou a FOX35 Orlando.
Segundo os investigadores, o crime foi motivado por uma discussão acesa dentro do carro.
"Não me importo com o que aconteça. Terás o que mereces", terá dito Mumby na altura em que provocou o acidente, segundo declarou a vítima à polícia.
Informação avançada pela autoridade rodoviária da Flórida, estado norte-americano onde aconteceu o acidente, indica que o casal estava a discutir quando Mumby acelerou o carro a mais de 145 km/h e embateu diretamente contra uma árvore.
A mulher foi inicialmente presa em julho por condução negligente, agressão qualificada e lesão corporal grave. A morte de Waterman levou os procuradores tratar o caso como um homicídio.
"Isto não foi um acidente", disse John Hager, advogado da família Waterman. "As evidências mostraram que Mumby não usou os travões - o carro estava a acelerar no momento do impacto", acrescenta a acusação.
Hager também confirmou que Mumby estava grávida na altura do acidente. Foi mãe, do filho de Waterman, recentemente.
"A família acredita que a nova acusação é apropriada e está aliviada por ver a justiça a ser feita", acrescentou o advogado.
