A estância de Davos, nos Alpes suíços, volta a receber o Fórum Económico Mundial e, este ano, conta com 65 chefes de Estado e 3.000 participantes. Donald Trump estará presente pela primeira vez em seis anos, numa altura de forte tensão política com as tentativas de anexar a Gronelândia, as ameaças tarifárias e a intervenção militar na Venezuela.
Nas montanhas geladas da Suíça, Davos volta a aquecer o debate global. Donald Trump regressa ao Fórum Económico Mundial, onde participará pela primeira vez presencialmente.
A edição deste ano decorre sob o tema "Um Espírito de Diálogo", numa altura de particular tensão política.
Trump lidera a maior delegação norte-americana de sempre e traz na bagagem conflitos por resolver, tarifas polémicas e uma agenda que divide aliados.
A cimeira reúne milhares de líderes políticos. São esperados 65 chefes de Estado e de governo e seis dos líderes do G7, além de figuras importantes, como a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
Mas há nomes que não constam na lista. O governo da Dinamarca optou por não enviar representantes, num gesto interpretado como resposta às recentes ameaças dos Estados Unidos para anexar a Gronelândia.
Protestos marcam cimeira
Enquanto dentro de portas há debates, cá fora a contestação ganha forma e voz. Os protestos com mais de 2.000 manifestantes marcaram o início da cimeira e até houve imagens projetadas na neve
Acusam o Presidente norte-americano de atacar a democracia.
Num momento em que o diálogo e o confronto avançam lado a lado, Donald Trump reúne-se esta quarta-feira com líderes empresariais.
O apoio dos Estados Unidos às garantias de segurança para a Ucrânia estará mais uma vez em cima da mesa.
Para além das guerras, Davos será também palco do debate sobre a economia.