Foi o maior aplauso do ato central das comemorações dos 50 anos de Angola independente. Entre os 13 chefes de Estado estrangeiros presentes, oito são da CPLP, uma maioria que comprova os laços, mas não deixa esquecer o verdadeiro motivo desta celebração.
A colonização faz parte desta história, mas Marcelo Rebelo de Sousa, que já cá veio quase uma dezena de vezes só neste papel, acredita que o peso de ser colonizador já não é o mesmo.
50 anos de independência pedem festa grande. Em cinco horas de celebração há tempo para mostrar o país todo, das 18 províncias aos vários ramos das forças armadas.
A seis mil quilómetros daqui, o discurso político fez regressar o discurso racista, mas, para o Presidente da República, o racismo não é estrutural.