Nas ruas de Moscovo, as vozes que se ouvem são de apoio ao Presidente russo, Vladimir Putin.
Em Kiev, na Ucrânia, a tarde ficou marcada por uma manifestação em frente à embaixada russa, contra o reconhecimento das regiões separatistas.
“É o meu país e os ucranianos vão resistir. As coisas que Putin disse ontem [segunda-feira] foram horríveis e nós viemos aqui para lhes mostrar que vamos resistir, vamos lutar pelo nosso país, pela nossa terra”, disse uma das manifestantes.
As tropas russas têm autorização para agir fora do país. Depois de o Presidente russo ter reconhecido a independência das autoproclamadas repúblicas de Lugansk e de Donetsk, na região do Donbass (leste da Ucrânia), agora tudo depende da situação no terreno, onde os confrontos “continuam” e tendem a agravar-se, avisa Putin.
Perante esta decisão, os líderes ocidentais avançaram com sanções. Reino Unido, Alemanha, União Europeia e Estados Unidos querem complicar ao máximo a vida à Rússia que, disse Von der Leyen, “fabricou esta crise”.
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