Olhares pelo Mundo

Zoo de Praga usa fantoche para salvar cria de abutre rejeitada pelos pais

O fantoche é utilizado para alimentar a cria para que não se habitue à interação com humanos.

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No Jardim Zoológico de Praga, os tratadores recorreram a um fantoche para alimentar uma cria de abutre-de-cabeça-amarela rejeitada pelos pais que nasceu há cerca de três semanas.

O tratador de aves Antonín Vaidl contou à AP que percebeu que os pais não estavam prontos para cuidar das suas duas crias.

A cria mais velha foi colocada numa caixa e alimentada com um fantoche concebido para imitar os progenitores e o outro ovo deverá eclodir em breve

Viadl disse que o fantoche é necessário para garantir que a ave é capaz de se reproduzir, o que não acontecerá se se habituar à interação humana.

Explicou que o fantoche não precisa de ser uma réplica perfeita de uma ave adulta, pois a cria responde a certos sinais, como a coloração amarelada da cabeça e pescoço sem penas.

Os abutres-de-cabeça-amarela vivem em estado selvagem na América Latina e no México. O Jardim Zoológico de Praga é um dos três únicos jardins zoológicos da Europa que os reproduzem.