A empresa chinesa UBTech apresentou um robô humanoide capaz de trocar as suas próprias baterias. / mudar as próprias baterias
Numa demonstração, um robô humanoide recua em direção a uma pilha de carregamento de baterias. Estende os braços atrás das costas numa posição que seria impossível para um ser humano, retira uma bateria das costas e coloca-a no carregador.
Em seguida, pega numa bateria de substituição e insere-a em si próprio
Os criadores afirmam que um dos anteriores inconvenientes dos robôs humanoides era o seu tempo de funcionamento limitado a cerca quatro horas
Mas, com a tecnologia de troca de baterias, os robôs podem continuar a trabalhar, o que é um ponto de viragem na indústria.
"Esta tecnologia permite que os robôs trabalhem continuamente, o que significa que os robôs humanoides podem ser equipamentos em linhas de produção e fábricas", disse à ENEX Fan Congming, presidente executivo da Associação da Indústria de Inteligência Artificial de Shenzhen.
De acordo com um relatório sobre a indústria de robôs humanoides divulgado na Conferência Mundial de IA de 2024, em Xangai, a escala de mercado do setor de robôs humanoides na China deverá ultrapassar os 10 mil milhões de dólares americanos em 2029 (equivalente a 8,5 mil milhões de euros), um aumento em relação aos cerca de 39 milhões de dólares do ano passado (33,5 milhões de euros).
