Depois de uma denúncia, o Ministério Público investigou a empresa, que recebeu 3.100.000 euros, por oito contratos de ajuste directo para limpeza de destroços, depois da tempestade que afectou a Madeira.
A empresa terá funcionado sem alvará e só depois de ser adjudicada alterou o registo, que permitiria fazer os trabalhos.
Esta é uma das conclusões da investigação às contas da Madeira que estão a ser realizadas pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal.
