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António Costa concorda que a austeridade pôs em causa a dignidade de Portugal

António Costa concorda que a austeridade pôs em causa a dignidade de Portugal

António Costa diz que a austeridade pôs em causa a dignidade do país porque obrigou os portugueses a emigrarem ou deixou-os na pobreza e no desemprego. O secretário-geral do PS confessa que está chocado por ver que Jean-Claude Juncker percebe melhor a situação nacional do que o próprio primeiro-ministro Passos Coelho. As declarações de António Costa foram proferidas hoje, em Oliveira de Azeméis.

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    Pedro Passos Coelho garante que a dignidade do país nunca esteve em causa durante o programa de assistência financeira. No debate quinzenal, o primeiro-ministro comentou pela primeira vez as palavras de Jean-Claude Juncker, que defendeu que a troika pecou contra a dignidade de Portugal. No período em que era questionado pelo CDS-PP, Passos Coelho fez questão de responder a perguntas anteriores do líder parlamentar do PS, Ferro Rodrigues, sublinhando que "a experiência de funcionamento de troika deixou muitas lições para futuro e o Governo português tem vindo a tirá-las e já as comunicou também" nas instâncias internacionais. O primeiro-ministro defendeu também a criação de um Fundo Monetário Europeu e a saída do Banco Central Europeu (BCE) da troika.

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    O ministro Poiares Maduro diz que Portugal recuperou a dignidade ao cumprir com as obrigações perante a ajuda externa e está agora em posição de poder exigir que a Europa se prepare para enfrentar os desafios do futuro. O ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional falava, em Viseu, à margem da apresentação do próximo quadro comunitário.

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    O presidente da Comissão Europeia reconhece o quanto a ação da troika prejudicou países em dificuldades. Em declarações proferidas esta quarta-feira numa sessão em Bruxelas, Jean-Claude Juncker fez duras críticas à forma como foram impostos programas de ajustamento e contrapartidas indignas para a assistência financeira.