As desistências dizem respeito a um oficial e oito soldados.
O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, tinha dito na sexta-feira (23 de setembro) em Lamego, durante a visita ao Centro de Tropas de Operações Especiais, que até ao final do ano quer concluído o inquérito à morte dos dois militares.
O caso já desencadeou investigações, instauradas quer pelo chefe do Estado-Maior do Exército, quer pela Procuradoria-Geral da República.
O Curso de Comandos foi retomado após a reavaliação médica dos militares não ter revelado contra indicações clínicas que impeçam a sua continuidade.
