No debate quinzenal no Parlamento, António Costa foi questionado sobre este tema pela líder do CDS-PP, Assunção Cristas, que quis saber por que razão está a ser pensada ou preparada esta entrada e qual a posição do Governo.
"Nós respeitamos a autonomia da gestão e confiamos na gestão que o senhor provedor. Não temos nada a opor. Vemos como positivo que no contexto de estabilização do sistema financeiro exista um banco que seja do setor social", começou por responder António Costa.
O chefe de executivo assegurou que o Governo não tem "nenhuma objeção" a esta entrada de capital, afirmando que "se for de acordo aos interesses da Santa Casa da Misericórdia nada há a opor.
Lusa
