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IPO sem capacidade para fazer exames de vigilância às mulheres que tiveram cancro

O IPO de Lisboa está sem capacidade para fazer exames de vigilância a todas as mulheres que tiveram cancro da mama e está a encaminhá-las para os centros de saúde. O Diário de Notícias revela um relatório interno do Instituto Português de Oncologia.

IPO sem capacidade para fazer exames de vigilância às mulheres que tiveram cancro
Yannis Behrakis


De acordo com o documento, o número de pedidos é superior ao das vagas, já que surgem na unidade mais de mil casos novos todos os anos.

O IPO admite por isso que deixou de poder assegurar mamografias a 12 meses às utentes às utentes sem alta oncológica ao fim de 5 anos.

Em abril, havia pelo menos 38 mulheres que esperavam há 16 meses pelos exames e outras 450 utentes já tinham ultrapassado os 12 meses de espera.