De acordo com o Jornal de Notícias - que consultou os contratos de adjudicação dos meios aéreos - o Estado limitou-se a pedir que as aeronaves contratadas tivessem capacidade de bombardeamento de água, abdicando assim do uso de produtos químicos retardantes.
Esta opção é criticada plos bombeiros que questionam o investimento de 54 milhões de euros no aluguer de helicópteros que não estão equipados com os retardantes necessários para fazer face, por exemplo, ao incêndio de Monchique.
