O protesto começou cerca das 13:30 na avenida da Liberdade. Decorreu ao som do ritmo alegre dos tambores tocados por alguns dos ativistas que se juntaram à marcha do clima convocada para 150 cidades, entre os quais voluntários da Climáximo, SOS Salvem o Surf, Extintion Rebellion, Diem 25 e Climate Reality Project.
Além das palavras de ordem, como "não ao furo, sim ao futuro" -- uma alusão aos projetos da Australis para a zona centro do país --, os manifestantes traduziram também o móbil deste protesto em cartazes com dizeres como "mar a avançar e os políticos a cagar", ou "send goodvibes, not emissions" ("enviem boas vibrações, não emissões"), "we will always not have Paris" ("não teremos sempre Paris") e "furem a vossa prima".
O momento alto do protesto aconteceu com uma performance durante a qual a sede da Australis e uma torre simbólica representando a exploração petrolífera foram rodeadas com uma linha vermelha tricotada.
Lusa
