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Dois anos depois da tragédia de Pedrógão Grande

Dois anos depois da tragédia de Pedrógão Grande

Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa visitam esta segunda-feira a região.

Esta segunda-feira, passam dois anos sobre a tragédia se abateu sobre os concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos.

Um dia que fica marcado pela perda de 66 vidas, a maioria na que ficou conhecida como a estrada da morte. As chamas, que eclodiram pelas 14:00 de 17 de junho de 2017, fizeram ainda 253 feridos, sete dos quais graves.

O fogo só foi extinto passado uma semana (24 de junho), depois de, em 20 de junho, se terem juntado ao fogo que, cerca de dez minutos depois do início daquele incêndio, no concelho de Pedrógão Grande (em Escalos Fundeiros), deflagrou no município de Góis (distrito de Coimbra), em Fonte Limpa.

Cerca de 53 mil hectares de território, 20 mil hectares dos quais de floresta, sobretudo dos municípios de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos, no distrito de Leiria, de Góis, Penela e Pampilhosa da Serra (Coimbra) e da Sertã (Castelo Branco), e ainda de Alvaiázere e de Ansião (Leiria), de Arganil (Coimbra) e de Oleiros (Castelo Branco), foram atingidos por estes fogos.

Além de terem destruído total ou parcialmente mais de meio milhar de casas, 264 das quais habitações permanentes, cerca de 200 habitações secundárias e mais de cem casas devolutas, de acordo com dados da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), as chamas também atingiram quase meia centena de empresas, afetando os empregos de quase 400 pessoas.

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