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Marcelo acompanha situação em Castelo Branco "com preocupação"

MANUEL DE ALMEIDA / LUSA

"O Presidente da República, em constante contacto com quatro presidentes das Câmaras Municipais das zonas afetadas."

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, está a acompanhar "com preocupação" o evoluir dos "vários focos de incêndio" no país e mantém-se em contacto com quatro presidentes de câmara municipais, refere uma nota este sábado divulgada.

"O Presidente da República, em constante contacto com quatro presidentes das Câmaras Municipais das zonas afetadas, acompanha com preocupação o evoluir dos vários focos de incêndio ocorridos este sábado em vários pontos do país", refere a nota divulgada hoje à noite na página da Presidência.

Marcelo Rebelo de Sousa diz estar "consciente das adversas condições meteorológicas" e transmite "toda a solidariedade às centenas de homens e mulheres que combatem o flagelo nacional dos incêndios, bem como às populações mais diretamente atingidas", acrescentando ser "acompanhado por todos os portugueses" neste sentimento.

De acordo com a página na internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 22:30 três grandes incêndios estavam ativos no distrito de Castelo Branco, dois no concelho da Sertã e um no concelho de Vila de Rei, que já se estendeu ao município de Mação, no distrito de Santarém, estando a ser combatidos por quase 900 operacionais e mais de 270 viaturas.

Em Vila de Rei e Mação estavam envolvidos no combate às chamas 521 bombeiros, apoiados por 162 viaturas, e na Sertã, no incêndio que começou em Palhais, o dispositivo operacional envolve 267 bombeiros e 83 viaturas.

Um terceiro incêndio, que surgiu às 16:16, na freguesia de Várzea dos Cavaleiros, igualmente na Sertã, também se mantém ativo, estando a ser combatido por 95 bombeiros, apoiados por 28 viaturas.

As Forças Armadas já informaram que vão enviar quatro máquinas de rasto e 20 militares para apoiar a Proteção Civil no combate aos incêndios.

Estes incêndios já levaram ao corte de várias estradas naquela zona e obrigaram à retirada de pessoas das suas habitações.

Lusa