País

Defesa do amante de Rosa Grilo acredita que a prova foi contaminada

Tiago Petinga

Alegações finais do processo podem já começar na próxima terça-feira.

Decorreu esta terça-feira, no tribunal de Loures, a nona sessão de julgamento de Rosa Grilo e António Joaquim, onde foram ouvidas seis testemunhas convocadas pela defesa do arguido.

O destaque vai para o depoimento de uma química especialista em ciências forenses e investigação criminal, que garante que a produção de prova deste processo não foi feita adequadamente e, por isso, não pode ser considerada. A defesa do arguido tem apostado na não validação da prova, já que acredita que foi contaminada.

António Joaquim, que mantinha uma relação extra-conjugal com Rosa Grilo, é acusado pelo Ministério Público de ter dado o disparo que matou o triatleta Luís Grilo em julho do ano passado.

O advogado do arguido António Joaquim disse que esta sessão ajudou a clarificar as falhas na investigação do caso.