País

Bandeiras içadas no CCB: o que vai acontecer na "casa" da Presidência Portuguesa da UE?

Ana Geraldes

Ana Geraldes

Jornalista

Filipe Ferreira

Filipe Ferreira

Repórter de Imagem

Portugal assumiu à meia-noite a liderança dos 27, mas o arranque oficial é só dia 5.

O Centro Cultural de Belém tem, hoje, das principais salas de espetáculos da capital, auditórios para conferências, atividades culturais, e mais espaços. Mas na sua origem está a primeira presidência portuguesa da então Comunidade Europeia. Foi para ser a "casa-mãe" do semestre em que Cavaco e Soares lideraram os destinos dos bloco dos 12 da comunidade europeia que foi construído.

Agora, está de cara lavada e com as cores, a bandeira, e a faixa com o lema deste semestre da 4ª Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia: "Tempo de agir: por uma recuperação justa, verde e digital".

Por aqui, vão passar algumas reuniões, ao mais alto nível, que tiveram de ser ajustadas às circunstâncias da pandemia: com equipamentos de videoconferência e salas mais amplas para garantir o distanciamento. Muitas das cimeiras serão digitais, sendo que o Digital é precisamente um dos desafios que Portugal quer liderar nos próximos seis meses.

Também de Ação Climática e Direitos Sociais muito vamos ouvir falar, mesmo que seja ainda na gestão da covid-19, com a vacinação nos 27 coordenada ao nível europeu, e nos milhões do plano de recuperação que se concentram as atenções.

Apesar de tudo estar a postos no CCB para ser o quartel-general de mais um semestre de Portugal à frente da UE, na manhã deste dia 1 de janeiro, a abertura oficial só passará por lá no dia 5, numa cerimónia que tem prevista a presença do Presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.