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Legionella em Vila Franca de Xira. MP e advogados das vítimas querem que arguidos vão a julgamento

Arguidos ficam a saber se vão ou não a julgamento no dia 12 de julho.

O Ministério Público e os advogados das vítimas do surto de legionella em Vila Franca de Xira querem que os arguidos vão a julgamento.

O caso remonta a 2014 e sete anos depois o processo ainda está na fase de instrução, em que se decide se segue ou não para julgamento.

O surto de legionella, que matou 12 pessoas, teve origem nas torres de refrigeração da Adubos de Portugal, que é arguida no processo, tal como a empresa contratada para fazer a manutenção dessas torres, a General Eletric, que entretanto mudou de nome.

O Ministério Público e os advogados de, pelo menos, três vítimas querem que o processo siga para julgamento, tal e qual como está, ao contrário das defesas de todos os arguidos, que pedem que seja arquivado. Em causa estão os crimes de infração de regras de construção, dano em instalações e perturbação de serviços.