Os suspeitos da morte do rapper Mota Jr. começaram esta segunda-feira a ser julgados, no Tribunal de Sintra.
David Mota foi morto em março de 2020, no Cacém. O corpo do jovem de 28 anos foi encontrado dois meses depois numa zona descampada em Sesimbra.
Esta segunda-feira, na primeira sessão do julgamento, os quatro arguidos não quiseram prestar declarações.
João Luízo, Edi Barreiros e Fábio Martins respondem pelos crimes de homicídio qualificado, roubo agravado, sequestro, furto qualificado e profanação de cadáver. Fábio Martins é também suspeito de detenção de arma e munições proibidas. Catarina Sanchez, também arguida, vai responder por roubo.
Segundo a acusação, David Mota foi surpreendido pelos agressores à porta de casa. Sofreu várias agressões violentas e graves lesões traumáticas cranianas que lhe provocaram a morte.
Depois de espancado, o rapper foi colocado na bagageira de um carro. Horas depois, os três suspeitos abandonaram o corpo numa zona descampada em Sesimbra.
