Cerca de quatro dezenas de técnicos especializados da educação estiveram esta terça-feira de manhã em frente à Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, no Porto.
Os profissionais - como psicólogos, terapeutas e assistentes sociais - concentraram-se no norte do país, onde há mais casos de pedidos de mobilidade geográfica, que têm vindo a ser negados pelo Governo.
Exigem trabalhar em escolas que se situem mais perto do local onde moram e querem que os vínculos precários terminem.
Os técnicos especializados da educação ameaçam abandonar o Ministério da Educação se a situação se mantive e garantem que, desta forma, a qualidade das escolas públicas está em risco.