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Buscas ao FC Porto ligadas à Operação Cartão Vermelho

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Uma investigação que, em julho, levou à detenção do então presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira.

O Ministério Público está a fazer buscas na SAD do FC Porto, numa instituição bancária, em casas e escritórios de empresários devido a negócios realizados com o clube nos últimos anos. As buscas estarão relacionadas com a contratação de jogadores e também com os direitos de transmissão de jogos de futebol.

Às 09:00 começaram a ser efetuadas dezenas de buscas na SAD do FC Porto, no Banco Carregosa e nas casas e escritórios de vários empresários de futebol. Alexandre Pinto da Costa, filho do presidente dos dragões, e Pedro Pinho são dois dos empresários que estão a ser investigados.

Em causa estarão contratos efetuados com a antiga Portugal Telecom – agora Altice – para a transmissão televisiva dos jogos do clube. Os lucros terão parcialmente sido revertidos para o filho do líder portista, Alexandre Pinto da Costa, que é suspeito de ter recebido uma comissão de 2,5 milhões de euros do empresário Pedro Pinho.

As autoridades estão a investigar suspeitas de fraude, abuso de confiança e branqueamento de capitais.

Esta megaoperação surge de uma investigação que já leva anos. Será a segunda parte da Operação Cartão Vermelho que, em julho, levou à detenção do então presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira.

Nessa altura, a revista Sábado, noticiava que a investigação ia muito além dos negócios de Vieira, e que, nos últimos anos, as autoridades tinha efetuado escutas e vigiado vários nomes ligados ao FC Porto – nomeadamente Pedro Pinho, Pinto da Costa e o filho Alexandre Pinto da Costa, assim como os administradores da SAD portista Fernando Gomes e Adelino Caldeira.

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