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Julgamento do homicídio de Giovani: pai “estupefacto” com proposta de absolvição

Nas alegações finais foi pedida a pena de prisão de 5 a 6 anos para um único arguido.

Julgamento do homicídio de Giovani: pai “estupefacto” com proposta de absolvição

A família do estudante que morreu em Bragança há dois anos está indignada. O Ministério Público pediu a absolvição de seis dos sete acusados pela morte de Luís Giovani. Nas alegações finais foi ainda pedida uma pena de prisão entre 5 e 6 anos para um único arguido e por ofensas à integridade física.

O atual procurador, que obteve o processo na fase final, criticou a investigação e o despacho de pronúncia e descredibilizou a maior parte dos depoimentos das testemunhas, queixosos e arguidos.

O atual procurador não acredita que tenham havido agressões com cintos, nem murros, pontapés por não ter sido provado nas perícias médicas.

É sua convicção que Luís Giovani morreu na sequência de uma pancada que sofreu na cabeça por um único arguido, mas sem intenção de matar.

Propôs, assim, a alteração do crime de homicídio qualificado para ofensa à integridade física agravada pelo resultado que foi a morte, pedindo a pena efetiva entre 5 e 6 anos.

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