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Pedrógão Grande: o que mudou cinco anos depois da tragédia

A wreath to pay tribute to the people killed by a wildfire that broke out in this region of central Portugal on June 17, 2017, hangs from a burnt traffic sign pointing to Nodeirinho village, in Pedrogao Grande, on August 9, 2017. – Broken lives, ruined houses and burnt forests. After the deadly fire last June that devastated the region of Pedrogao Grande, in central Portugal, its inhabitants are now confronted with the impossible task of “starting all over again”. – TO GO WITH AFP STORY by THOMAS CABRAL (Photo by PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP) / TO GO WITH AFP STORY by THOMAS CABRAL (Photo by PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP via Getty Images)
A wreath to pay tribute to the people killed by a wildfire that broke out in this region of central Portugal on June 17, 2017, hangs from a burnt traffic sign pointing to Nodeirinho village, in Pedrogao Grande, on August 9, 2017. – Broken lives, ruined houses and burnt forests. After the deadly fire last June that devastated the region of Pedrogao Grande, in central Portugal, its inhabitants are now confronted with the impossible task of “starting all over again”. – TO GO WITH AFP STORY by THOMAS CABRAL (Photo by PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP) / TO GO WITH AFP STORY by THOMAS CABRAL (Photo by PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP via Getty Images)

População ainda tenta recuperar do fatídico dia 17 de junho de 2017 e das polémicas que se seguiram.

A tragédia que vitimou 66 pessoas aconteceu há cinco anos e deixou marcas profundas na região. Anos depois a população ainda tenta recuperar do sucedido naquele dia e das polémicas que se seguiram.

Este desastre levou 66 vidas e feriu 250 pessoas em 2017. Vários relatórios já realizados apontam para falhas na prevenção e no combate às chamas que se traduziram num resultado trágico.

Depois do desastre assistiu-se a uma onda de solidariedade para com aqueles que sofreram com os incêndios. Foram doadas e distribuídas roupas, alimentos e produtos de todos os tipos. 200 casas ardidas foram também reconstruídas.

Após algum tempo começaram a vir a público alguns relatos de desvio de fundos e de má gestão nos processos de reconstrução. 14 pessoas foram condenadas por este processo e até agora cinco casas continuam por reconstruir.

Em setembro do presente ano está marcada a decisão de um outro processo que conta com 11 arguidos, um deles o comandante dos Bombeiros de Pedrógão Grande.

Junto às aldeias e às estradas têm sido feitas limpezas de terrenos, contudo, as florestas continuam a crescer desordenadas tal como estavam antes dos incêndios.

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