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Ministério Público diz que defesa de Rosa Grilo forjou provas

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Em causa está material balístico no local do crime.

A antiga advogada e o ex-consultor forense de Rosa Grilo começaram a ser julgados por terem alegadamente forjado as provas no local onde o triatleta Luís Grilo foi assassinado.

O julgamento do homicídio estava prestes a terminar quando Tânia Reis e João de Sousa chamaram as autoridades e a comunicação social para contar que tinham descoberto dois fragmentos de projéteis e dois invólucros na banheira da moradia onde o casal vivia.

Colocaram assim em causa a autoria do crime e a investigação judiciária. Ambos foram acusados de favorecimento pessoal.

João de Sousa foi exonerado da Judiciária depois de, em dezembro de 2018, ter sido condenado por corrupção por ter recebido dinheiro para passar as informações policiais a uma rede de tráfico de ouro.

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