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Militares da GNR acusam Estado de lhes dever um milhão de euros

Um serviço prestado que não está pago e falta de respeito, é o que a GNR aponta ao Estado Português. Por isso, os militares estão mobilizados para protestos com manifestações em várias capitais de distritos marcadas para dia 27 de janeiro.

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200 militares de GNR dizem que o Estado lhes deve mais de um milhão de euros. Em causa está o serviço de segurança aos aeródromos por onde passa a carreira aérea que liga Portimão a Bragança. A Associação de Profissionais da Guarda acusa o Governo de falta de respeito.

Desde 2021, os militares da GNR que fazem a segurança à carreira aérea que liga Portimão a Bragança não recebem pelo trabalho e a dívida aos quase 200 militares é superior a um milhão de euros.

O “passa culpas” entre a Autoridade Nacional de Aviação Civil e o Ministério da Administração Interna deixa os militares sem receber e a dívida a acumular.

Especialmente, numa altura em que há incerteza sobre se a carreira aérea vai continuar depois de março. Ou seja, mais depressa pode acabar o serviço público do que os militares receberem pelo serviço prestado.

A luta pelo subsídio de missão igual ao atribuído à Polícia Judiciária começa a desenterrar todas as lutas pendentes entre as forças de segurança e poder central.

A concentração nas capitais de distrito vai manter-se e nos aeródromos de Portimão, Viseu, Vila Real e Bragança estão já agendadas manifestações para o próximo dia 27.