200 militares de GNR dizem que o Estado lhes deve mais de um milhão de euros. Em causa está o serviço de segurança aos aeródromos por onde passa a carreira aérea que liga Portimão a Bragança. A Associação de Profissionais da Guarda acusa o Governo de falta de respeito.
Desde 2021, os militares da GNR que fazem a segurança à carreira aérea que liga Portimão a Bragança não recebem pelo trabalho e a dívida aos quase 200 militares é superior a um milhão de euros.
O “passa culpas” entre a Autoridade Nacional de Aviação Civil e o Ministério da Administração Interna deixa os militares sem receber e a dívida a acumular.
Especialmente, numa altura em que há incerteza sobre se a carreira aérea vai continuar depois de março. Ou seja, mais depressa pode acabar o serviço público do que os militares receberem pelo serviço prestado.
A luta pelo subsídio de missão igual ao atribuído à Polícia Judiciária começa a desenterrar todas as lutas pendentes entre as forças de segurança e poder central.
A concentração nas capitais de distrito vai manter-se e nos aeródromos de Portimão, Viseu, Vila Real e Bragança estão já agendadas manifestações para o próximo dia 27.