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Instrutor de avioneta que caiu na Caparica está a ser julgado

Duas das testemunhas que estiveram na praia no momento do acidente contam que o instrutor, e o piloto de 27 anos, assim que saíram da aeronave tentaram fugir após o acidente. Duas pessoas morreram no acidente.

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Está a ser julgado o caso da queda da avioneta numa praia da Caparica que matou duas pessoas. Testemunhas que assistiram ao momento dizem que o instrutor de voo tentou fugir depois do acidente.

Testemunhas que assistiram à queda da avioneta na praia de São João da Caparica, em 2017, dizem que o instrutor de voo tentou fugir depois do acidente.
Duas pessoas morreram entre elas uma criança de oito anos.

Em tribunal, uma das testemunhas conta que estava a chegar à praia quando viu a aeronave a baixa altitude prestes a aterrar no areal.

Antes de pousar, diz que se apercebeu do momento em que o avião fez a primeira vítima.

Não tem certezas, mas acredita ter sido uma das rodas a bater na cabeça da criança de oito anos.

Duas das testemunhas que estiveram na praia no momento do acidente contam que o instrutor, e o piloto de 27 anos, assim que saíram da aeronave tentaram fugir.

Na altura houve quem se revoltasse e tentasse impedir.

A 2 de agosto de 2017 tinham acabado de descolar do aeródromo de Cascais com destino a Évora.

Cinco minutos depois, um problema no motor obrigou-os a fazer uma aterragem de emergência.

Diz a acusação que o instrutor levou demasiado tempo a decidir o local por estar a tentar reativar o motor.

O instrutor é o único que está a ser julgado. Garante ter seguido os procedimentos adequados.

Está acusado de condução perigosa de meio de transporte por ar e de dois crimes de homicídio por negligência.