País

Furtos de tabaco: assaltos a máquinas são quase sempre feitos em grupo

Durante três anos consecutivos, o Porto destacou-se como o distrito a estar sempre no primeiro lugar neste tipo de crime, sendo que o número mais elevado de furtos foi registado em 2022.

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Nos últimos três anos, foi no distrito do Porto que se registaram mais assaltos a carrinhas de transporte e máquinas de tabaco. A nível nacional, este tipo de crime tem diminuído.

Nos Pinhais da Foz, no Porto, uma confeitaria não escapou a um dos crimes mais habituais no distrito. É uma situação que se repete vezes sem conta.

Durante três anos consecutivos, o Porto destacou-se como o distrito a estar sempre no primeiro lugar neste tipo de crime, sendo que o número mais elevado de furtos foi registado em 2022.

De acordo com o Jornal de Notícias (JN), que divulga dados fornecidos pela GNR este ano
a situação até aparenta ser mais calma porque o distrito de Setúbal tem sido, para já,
o mais afetado por estes crimes.

Mesmo assim, os dados provisórios indicam que houve 28 assaltos a máquinas de tabaco
até 30 de junho, no distrito do Porto

Ao JN, um oficial da GNR explica que estes crimes são, quase sempre executados em grupo e que os locais para os furtos a máquinas de tabaco são muitas vezes escolhidos em função das acessibilidades, ou seja, são aqueles que permitem uma fuga mais fácil.