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"D. João II": o navio revolucionário da Marinha Portuguesa que vai custar 132 milhões de euros ao Estado

O Governo apresentou, esta quinta-feira, na Roménia o primeiro navio robotizado da Marinha Portuguesa. Um projeto revolucionário e único no mundo que estará pronto em 2026. Presente na cerimónia, Gouveia e Melo voltou a não negar uma eventual candidatura a Belém. A reportagem é dos enviados especiais da SIC.

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A nova "joia da coroa" da Armada Portuguesa foi apresentada na Roménia. Por enquanto não passa de um projeto baseado em fotografias, mas que será bem real. Vai ser batizado com o nome do Rei D. João II, o príncipe perfeito. Com tecnologia revolucionária, multifunções robóticas, Aéreas e submarinas, pista de voo e muito mais.

"Consegue operar debaixo de água, à superfície, no ar e consegue também levar operações para terra" referiu Gouveia e Melo, que também viajou até à Roménia.

Pode ser, por exemplo, utilizado em cenários de guerra e catástrofe, como um possível terramoto. Para dar sorte e garantir um regresso seguro dos marinheiros, o navio já tem soldada a tradição naval - uma moeda de prata.

O projeto financiado pela União Europeia (UE) será executado na Roménia por uma empresa holandesa nos próximos dois anos.

Gouveia e Melo voltou a não negar uma eventual candidatura a Belém, mas pediu aos jornalistas para se focarem naquele que será o primeiro navio robotizado da Marinha Portuguesa.

A construção do navio pioneiro, diz o Governo, é um dia histórico para Portugal. Vai custar mais de 130 milhões aos cofres do Estado e estará pronto no segundo semestre de 2026.