País

Água que une: Governo cria grupo para elaborar nova estratégia nacional

Novas barragens com capacidade de retenção e proteção em caso de cheias, melhoria de estruturas existentes e transvazes entre os maiores rios. A nova estratégia nacional para a gestão da água está a ser desenhada por um grupo de trabalho. Mas a água que une não é totalmente consensual.

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O Governo traz para o topo prioridades de proteção. A nova estratégia nacional para a gestão da água está a ser desenhada. Diz-se que a ideia é preparar o país para evitar, em casos extremos, o que aconteceu recentemente em Valencia.

Faz sentido e recolhe maior adesão, até para recuperar projetos antigos, como é o caso de Girabolhos, no Alto Mondego. A barragem chegou a ter declaração de impacto ambiental aprovada em 2010, obra pouco depois, mas tudo ficou suspenso em 2016. Agora, terá luz verde.

Armazenar, para distribuir com eficiência construindo novas barragens que protejam zonas vulneráveis em alturas de cheias, otimizar existentes e criar transvazes entre as maiores bacias hidrográficas. Deverá ser assim a nova estratégia nacional para a gestão da água que está a ser preparada por um grupo criado em julho para apresentar resultados no princípio do ano.

Já se sabe que Alqueva será ponto fulcral do sistema. E a barragem da Ribeira da Foupana, no sotavanto algarvio, e a de Alportel, em Tavira, também vão avançar.