As mãos da formadora demonstram o funcionamento de uma câmera de armadilhagem fotográfica. Os alunos, ao olhar atentamente, absorvem a explicação, explicação enquanto se prepara o dispositivo.
Esta formação tem ensinado a nova geração de vigilantes da natureza, com teoria, mas também com idas ao terreno.
“Na formação ensinamos um pouco de tudo, desde a parte da fiscalização, da monitorização, da educação ambiental” explica Augusto Correia, vigilante.
O gosto pela profissão e pelo meio ambiente motiva os alunos, um gosto por vezes passado de geração em geração.
“Desde pequeno que sempre gostei muito da natureza, muito devido aos meus pais que são biólogos (…) e devido a eles estive sempre ligado à natureza”, conta o aluno André Santos.
Os vigilantes fazem um trabalho silencioso, crucial na proteção do ambiente. Esta aprendizagem vem no sentido de dar continuidade na defesa e conservação deste património nacional.
No centro de formação da GNR, em Portalegre, estão 50 alunos com o objetivo de integrar este serviço do ICNF que visa proteger a fauna e a flora de todo o país.
