É caso para dizer que o pior já passou, mas a memória não. A administração do hospital da Guarda admite chamar a contas a empresa fornecedora do gerador de preocupações.
“ De facto é uma situação que não se compreende. Absolutamente inesperada e inusitada. É uma situação que para mim não tem resposta, independentemente das condições judiciais que possa ter uma situação dessas, a minha preocupação eram as consequências sociais e as consequências humanas. É uma situação que nos preocupa e que vamos ter de tratar com a devida cautela e com a devida atenção e apurar as consequências e as responsabilidades”, diz Rita Figueiredo, presidente da administração da ULS da Guarda.
O equipamento funcionou algum tempo e morreu logo a seguir. Tinha dias de alojamento no Hospital. Menos mal que houve logo quem cedesse alternativas.
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O gerador foi reparado, a luz voltou e para trás fica um diário de corrida contra o tempo para recolher vacinas dos centros de saúde sem gerador. Nada como um susto para ficarem a nu as debilidades e testar a capacidade de resposta.
