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Gestão da floresta concilia conservação e prevenção de incêndios

Durante o inverno e início da primavera decorreram, por exemplo, nalgumas zonas do Parque Natural de Montesinho intervenções destinadas a aliviar a carga combustível. Parte do rendimento da madeira retirada da floresta reverte para os baldios.

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Aproxima-se mais uma época de incêndios e em áreas protegidas os fogos têm um impacto acrescido, e, por isso, a gestão preventiva da floresta ganha ainda maior importância. A SIC foi conhecer o que foi feito nalgumas zonas do Parque Natural de Montesinho, em Bragança. 

A limpeza da floresta é o primeiro passo para a sua conservação e ao mesmo tempo para a proteger dos incêndios. 

Durante o inverno e início da primavera decorreram nalgumas zonas do Parque Natural de Montesinho intervenções destinadas a aliviar a carga combustível. 

Parte do rendimento da madeira retirada da floresta reverte para os baldios.

Áreas Integradas de Gestão Paisagem

É também com o objetivo de tornar a floresta mais protegida dos incêndios que foram criadas as Áreas Integradas de Gestão Paisagem. Ao todo, são 64 em todo o país, abrangendo cerca de 100 mil hectares em zonas mais vulneráveis aos fogos. 

Grande parte das áreas de intervenção, que preveem a limpeza e novas plantações florestais e agrícolas, localizam-se em terrenos baldios, mas também em propriedades privadas. O objetivo é manter o território ocupado. 

E para estas intervenções estão destinados 240 milhões de euros do PRR.