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Águas de Monfortinho retomam engarrafamento após 50 anos com o apoio da mais antiga funcionária

Há mais de um século que as águas das Termas de Monfortinho ganharam fama nos tratamentos de pele. E agora, 50 anos depois de uma paragem que já ninguém sabe explicar, a água volta a encher garrafas de alumínio com o apoio da mais antiga funcionária do defunto império dos Espírito Santo, Maria Engrácia.

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Mais de 50 anos depois, as Termas de Monfortinho voltaram a engarrafar água para distribuição no país e para exportação. É a água com a maior percentagem de sílica em Portugal, conhecida como o mineral da longevidade.

A unidade industrial nasceu na lavandaria do complexo Termal Fonte Santa. Garantiu emprego a mais cinco pessoas, três delas timorenses recrutados no centro migratório do Fundão. Todos concentram sílica em unidades de meio litro, o mineral a que a ciência atribuiu grandes benefícios.

O projeto, pensado e implementado em três meses, foi desenvolvido pelo empresário que, além das termas, já comprou quase todo o património da massa insolvente do GES na Beira Baixa.

Toda a maquinaria já permite engarrafar quatro mil unidades por hora e 'chovem' já encomendas além-fronteiras.

A água de Monfortinho é rainha no Boom em Idanha-a-Nova, de 17 a 24 de julho, com mais de 45 mil pessoas de vários pontos do globo.