Portugal recebe milhões de euros de fundos europeus destinados à sustentabilidade, mas a promessa de uma transição verde esbarra em obstáculos estruturais. Duas áreas críticas — a construção e a gestão de resíduos — revelam que, sem planeamento e fiscalização, os investimentos podem acabar desperdiçados.
Na construção, obras sustentáveis enfrentam atrasos, sobrecustos e uma burocracia sufocante. Os projetos de eficiência energética em edifícios públicos, por exemplo, demoram anos para avançar ou falham em atingir as metas ambientais inicialmente previstas.
Na gestão de resíduos, os problemas são igualmente graves. A reciclagem continua insuficiente e a infraestrutura não acompanha a quantidade de resíduos produzidos.
Com as contas públicas apertadas, os fundos europeus em vários programas de financiamento, são decisivos para alcançar objetivos e metas.
À disposição há fundos como o PRR e o Portugal 2030.
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