País

Nos primeiros seis meses do ano, foi recusada entrada em território nacional a mais de 1.250 pessoas

Num balanço divulgado esta quinta-feira, a PSP informa que controlou mais de 9,5 milhões de passageiros nos aeroportos nacionais no primeiro semestre do ano, intercetou mais de 15.600 e impôs medidas cautelares em 6.052 casos.

Nos primeiros seis meses do ano, foi recusada entrada em território nacional a mais de 1.250 pessoas
JOÃO RELVAS / LUSA

Mais de 1.250 cidadãos estrangeiros viram recusada a entrada em território nacional nos primeiros seis meses do ano, segundo a PSP, que deteve nos aeroportos 314 pessoas por fraude documental.

Num balanço divulgado esta quinta-feira, a PSP informa que controlou mais de 9,5 milhões de passageiros nos aeroportos nacionais no primeiro semestre do ano, intercetou mais de 15.600 e impôs medidas cautelares em 6.052 casos.

Foram abertos 77 processos de expulsão judicial e 23 de afastamento coercivo. A PSP acrescenta que 142 cidadãos foram apoiados a regressar voluntariamente ao seu país de origem.

A nota indica ainda que houve 150 pedidos de proteção internacional e deteve 314 pessoas por fraude documental e outras 133 por outros motivos. Da atividade operacional desenvolvida pela PSP no âmbito da segurança aeroportuária e do controlo fronteiriço, as autoridades destacam ainda a realização de 70 escoltas nacionais e 52 escoltas internacionais.

A PSP exerce as suas atribuições em matéria de controlo de fronteiras em nove postos de fronteira, nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Beja, Madeira, Porto Santo e Açores (Santa Maria, São Miguel e Terceira/aerogare das Lajes).

Embora não sejam considerados postos de fronteira aérea, a PSP tem ainda atribuições de controlo fronteiriço no Aeródromo de Tires e no Aeroporto da Horta.