O Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) funciona em vários pisos de um edifício na baixa da cidade de Coimbra, onde existem, entre outros espaços, consultórios médicos e escritórios de advogados. Por isso, a entrada é partilhada, o que impede o controlo nos acessos.
O homem já tinha estado no DIAP, mas sem ser atendido. Foi precisamente quando a procuradora se preparava para o receber que foi atingida.
Um oficial de justiça e o vigilante vieram em auxílio da procuradora até à chegada da PSP, que deteve o homem, que será presente a um juiz de instrução para primeiro interrogatório e aplicação de medidas de coação.
O sindicato garante que há anos se queixa da falta de condições do espaço para o exercício das funções dos magistrados, que inclui a falta de segurança.
