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MP pede penas de prisão entre oito e 12 anos para arguidos da Operação Babel

O ex-vice-presidente da Câmara de Gaia, Patrocínio Azevedo, é a figura central deste processo. É suspeito de ter recebido contrapartidas financeiras, por intermédio do amigo e advogado João Pedro Lopes, para facilitar o licenciamento de projetos urbanísticos de luxo.

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O Ministério Público pediu penas de prisão entre os oito e os doze anos de cadeia para os arguidos da Operação Babel, incluindo o ex-vice-presidente da Câmara de Gaia, Patrocínio Azevedo, que é acusado de facilitar o licenciamento de negócios milionários. 

O intervalo serve para todos os principais arguidos: entre oito e 12 anos de cadeia, sendo que, para alguns, como é o caso do ex-vice-presidente da Câmara de Gaia, o Ministério Público pede mesmo que a pena fique acima dos 10 anos de prisão. 

Além disso, Patrocínio Azevedo, que foi número dois da autarquia desde 2013 a 2023, deve ficar impedido de exercer funções públicas durante seis anos. 

O procurador pediu ainda para o empresário Paulo Malafaia e para o advogado João Pedro Lopes a mesma medida de pena. 

Já em relação a Elad Dror, fundador do grupo Fortera, que a acusação diz ter agido "com dolo direto e com um grau elevado de ilicitude", o Ministério Público acredita que deverá cumprir entre 8 e 10 anos de cadeia.  

O ex-vice-presidente da Câmara de Gaia, Patrocínio Azevedo, é a figura central da Operação Babel. 

É suspeito de ter recebido contrapartidas financeiras, por intermédio do amigo e advogado João Pedro Lopes, para facilitar o licenciamento de projetos urbanísticos de luxo de Elad Dror e de Paulo Malafaia.