A partir de 2026 só as famílias carenciadas vão ter acesso a apoios, como o E-Lar, o Vale Eficiência ou o Programa de Apoio a Edifícios mais Sustentáveis.
Vai terminar o Fundo Ambiental e o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e, no lugar destes, fica o Fundo Social para o Clima, um programa semelhante aos que hoje existem, mas que apenas apoiará as famílias mais vulneráveis no combate à pobreza energética.
Ainda assim, para não deixar de fora a classe média, o Executivo decidiu criar uma nova linha de crédito através do Banco Português do Fomento e da Agência para o Clima. Trata-se, contudo, de dinheiro pedido a uma instituição financeira, e não de apoio a fundo perdido, como acontecia até ao momento.
A decisão foi anunciada, esta quinta-feira, pela ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, que garante vantagens neste tipo de crédito.
A medida será publicada, brevemente, em Diário da República. O novo instrumento deverá, de acordo com a ministra, ficar disponível no início de 2026.
