A acusação do bastonário da Ordem dos Médicos, feita na manhã desta segunda-feira, recebeu resposta da tutela por volta da hora de almoço. Significa isso que não há cirurgia adicional e que estão apenas a tratar de operações urgentes e dos casos de oncologia.
Mesmo assim, os tempos de espera nas urgências dos hospitais continuam elevados.
Por exemplo, na tarde de segunda-feira, no Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, um doente com pulseira amarela, urgente, esperava em média mais de quatro horas e meia para a primeira observação, quando o recomendado é que não espere mais de uma hora.
No Amadora-Sintra, onde na semana do Natal foi preciso esperar mais de 20 horas, há um problema técnico e não é possível saber a situação exata. Como tem sido recorrente, a situação é pior em Lisboa e Vale do Tejo, e não se esperam melhorias para já.
Portugal deve estar prestes a atingir o pico da gripe. Mas os problemas continuam nas urgências de obstetrícia. Terça-feira começa com as de Portimão e Barreiro encerradas.