Por mais que se olhe para as imagens, torna-se difícil imaginar que força de vento conseguiu retorcer estruturas de torres de transmissão elétricas ou moldar chapas metálicas contras árvores. Foi assim no Souto da Carpalhosa e nos Pousos, às portas de Leiria.
Na madrugada de terça para quarta-feira, Pedro e Maria estavam na cama quando foram surpreendidos pela força do vento. Com o telhado destruído, foi uma questão de tempo até o mau tempo provocar a continuação do infortúnio.
Sem eletricidade, dos candeeiros apenas sai água. E das torneiras, na maior parte dos sítios, água nenhuma. No entanto, há agua da chuva por todo o lado.
Com o mundo virado do avesso em Leiria e arredores, a informação de que a Câmara Municipal centralizou a ajuda no pavilhão dos Pousos, com lonas e plásticos, não chega a quem mais precisa porque as comunicações continuam em baixo.
