O ator Carloto Cotta começou esta quinta-feira a ser julgado, à porta fechada, por violação e sequestro, entre outros crimes. A defesa insiste na inocência.
Carloto Cotta chegou ao Tribunal de Sintra acompanhado pelo advogado, que falou em nome do artista à porta do tribunal.
"Gostava de apelar às pessoas para não se precipitarem, não fazerem julgamentos precipitados, para não cancelarem, para não destruírem a vida das pessoas só porque há uma denuncia. Ele [Carloto Cotta] está confiante que é inocente. Achamos que o processo não tem fundamento", afirmou Rui Patrício, à porta do trubunal.
No interior, onde o julgamento decorre sem acesso ao público, o ator responde por nove crimes, incluindo violação e sequestro, alegadamente cometidos contra uma mulher com quem se encontrou na sua residência, em Sintra, em maio de 2023.
Antes do início da audiência, Carloto Cotta apresentou uma queixa por difamação.
De acordo com a acusação do Ministério Público, o ator forçou a mulher a atos sexuais, agrediu-a, ameaçou-a e manteve-a em casa contra vontade durante mais de 24 horas. A vítima terá conseguido fugir ao saltar pela janela do primeiro andar.
A mulher já foi ouvida para memória futura, mas a defesa do ator quer que esta preste depoimento presencialmente em tribunal.
A decisão sobre este e outros pontos do processo está agora nas mãos do coletivo de juízes.
